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Lista IPTV Grátis vs. IPTV Premium Portugal: Porque o Grátis Sai Sempre Caro

Imagine o cenário: é o minuto 89 do grande derby português. O avançado ganha a bola, isola-se em frente ao guarda-redes, o estádio virtual sustém a respiração e de repente... o temido círculo de carregamento aparece no ecrã. A imagem congela. Ouviu o vizinho gritar \"Golo!\" há 5 segundos, mas você continua a olhar passivamente para a imagem travada, sentindo uma frustração imensa. Este é o pesadelo de milhares de portugueses que confiam em listas M3U da web. Validamos essa dor. Mas existe uma cura definitiva: O nosso IPTV Premium Portugal.

Fã de futebol irritado com as mãos na cabeça, a olhar para uma TV com buffering

A Anatomia de uma Lista IPTV Grátis (A Ilusão do M3U)

Como as listas grátis são criadas e partilhadas na internet

As listas M3U gratuitas que encontra em fóruns ou grupos de Telegram são, na esmagadora maioria, streams pirateados ou roubados temporariamente de servidores vulneráveis. São espalhadas por milhares de utilizadores num espaço de horas, resultando num colapso quase imediato.

O ciclo de vida de uma lista grátis

É o clássico: funciona perfeitamente à terça-feira quando ninguém está a ver, mas morre inevitavelmente ao sábado, exatamente às 20h00, quando o clássico de futebol começa e o tráfego atinge o pico.

Os perigos ocultos: Malware, roubo de dados e apps perigosas

Muitas destas listas exigem a instalação de aplicações desconhecidas que escondem malware, ransomware ou rastreadores de dados, transformando a sua TV num botnet sem que se aperceba.

Porque é que a Imagem Trava Exatamente na Hora do Jogo?

O mito da velocidade de internet

A desculpa comum é: a minha internet é de 500Mbps, a culpa não é minha! E têm razão. O problema não está no download do utilizador, mas sim na capacidade de upload e de processamento do servidor que está a emitir o sinal.

Sobrecarga de Servidores

Imagine uma estrada de uma só faixa de rodagem onde de repente tentam passar 50.000 carros. É o que acontece quando milhares de utilizadores tentam aceder a um servidor grátis de baixo custo alojado no estrangeiro. Há Packet Loss maciço e o vídeo simplesmente para (o temido buffering).

Traffic Shaping e Bloqueios de ISP

As operadoras em Portugal utilizam algoritmos agressivos para limitar ativamente o tráfego (traffic shaping) vindo de IPs conhecidos por partilha grátis durante eventos em direto, estrangulando a sua ligação e causando cortes propositados.

Infográfico comparando um servidor grátis a arder vs. uma rede de servidores Premium organizados
A diferença fundamental de infraestrutura que elimina o buffering.

A Engenharia por Trás do Nosso IPTV Premium Portugal

Infraestrutura de Servidores Dedicados e Load Balancing

Ao comprar IPTV Premium Portugal, está a investir em engenharia robusta. Utilizamos sistemas de Load Balancing que distribuem os utilizadores por vários nós, garantindo que nenhum servidor fica sobrecarregado, mesmo durante um derby de alto tráfego.

Redes CDN (Content Delivery Network)

A nossa CDN garante a entrega ultrarrápida do sinal até à sua televisão, minimizando o ping e garantindo fluxo contínuo. Ao contrário das listas IPTV grátis, os dados não cruzam o mundo antes de chegar a si.

Proteção Anti-Buffering e Anti-Bloqueios das Operadoras

O nosso serviço inclui encriptação avançada e portas dinâmicas que disfarçam o tráfego, tornando impossível para o ISP local identificar e abrandar propositadamente o seu stream através de Traffic Shaping.

Comparação Direta: A Dor de Cabeça Gratuita vs. A Paz de Espírito Premium

CaracterísticaLista IPTV Grátis (M3U da Web)IPTV Premium Portugal
Estabilidade no Fim-de-SemanaFalhas constantes (Buffering)99,9% Uptime (Sem cortes)
InfraestruturaServidor Único PartilhadoRedes CDN / Load Balancing
Qualidade de Imagem720p comprimido (falso HD)FHD e 4K Real (H.265)
Atualização de CanaisManual (morre a cada 3 dias)Automática diária
Suporte ao ClienteInexistente (Fóruns anónimos)Suporte 24/7 Dedicado

Falso 4K vs. 4K Real e compressão de vídeo

As listas grátis utilizam algoritmos de compressão antigos para poupar largura de banda, resultando numa bola de futebol que parece um pixel desfocado. O nosso IPTV Premium utiliza codificação H.265 para entregar cores cristalinas e fluidez absoluta em 4K Real.

Imagem de ecrã dividido - jogo pixelizado vs 4K nítido
A diferença gritante entre a compressão gratuita e a codificação H.265 Premium.

A Psicologia do "Grátis" e o Custo do Seu Tempo

Quantas horas perde por mês à procura de novas listas?

Pense no tempo perdido em grupos de Facebook e Telegram a caçar links M3U que vão parar de funcionar passadas 24 horas. Esse tempo tem um valor imenso. A frustração constante desgasta a sua experiência de entretenimento.

O valor da paz de espírito

A verdadeira definição de Premium é sentar no sofá, pegar no comando, ligar a TV e o sistema simplesmente funcionar. Pode convidar os seus amigos e ter a certeza absoluta que o serviço não vai falhar no momento crucial do golo.

Família e amigos a sorrir e festejar um golo
A paz de espírito de ver o seu desporto favorito sem quebras.

Guia de Transição: Como Mudar do Grátis para o IPTV Premium

Se já tomou a decisão de acabar com as travadelas, o processo de migração é rápido e seguro. Temos também a nossa veja o guia de configuração para Smart TV completo.

Como desinstalar apps duvidosas e limpar a cache

Antes de instalar a nossa aplicação certificada, recomendamos fortemente a remoção de players IPTV duvidosos instalados através de APKs anónimos. Vá a Definições > Aplicações > Limpar Cache e Desinstalar.

O IPTV (Internet Protocol Television) ou TVIP (Televisão por IP) é um método de transmissão de sinais televisivos através de redes IP. Diferentemente dos sistemas tradicionais televisivos, o IPTV oferece a capacidade de transmitir a mídia de origem continuamente.

Embora o IPTV use o protocolo da Internet, não está limitada à televisão transmitida pela internet. O IPTV é amplamente implantada em redes de telecomunicações baseadas em assinantes, com canais de acesso de alta velocidade em instalações de usuários finais, também é usada para entrega de mídia em redes corporativas e privadas.

Na IPTV o conteúdo é enviado apenas em streaming, porém com garantia de qualidade na entrega. O receptor é um aparelho set-top box ligado à televisão (semelhante ao aparelho da televisão a cabo ou DTH), ou até mesmo um videogame como o Xbox 360 e o PlayStation 3.

Permite entrega de áudio e vídeo com alta qualidade, e depende de uma conexão Banda Larga (normalmente vendida junto com o serviço como parte integrante) de, no mínimo, 4 Mbps. A banda destinada ao IPTV não interfere na banda de internet. Por exemplo, na compra de uma velocidade de 6 Mbps de Internet mais um pacote de IPTV, a companhia telefônica disponibiliza, no mínimo, 10Mbps para o cliente, dos quais 4Mbps são exclusivos para o IPTV.

O conceito de IPTV (internet protocol television), nada mais é do que a conectividade da TV com a internet usando, porém, uma infraestrutura dedicada, paralela à da "internet selvagem", justamente para garantir a qualidade e velocidade do serviço.

O serviço de IPTV, não é ílegal, pois o mesmo utiliza internet (banda larga), onde o telespectador paga uma taxa para a operadora, para poder utilizar o serviço, porém está sendo explorado por muitas operadoras ilegais, quem compre serviço dessas operadores tem ai um serviço ilegal e concorre em crime igualmente.

Já na Televisão na Internet ou WEBTV, além do conteúdo ser visto principalmente no computador, pode-se montar uma programação para ser enviada por download. Entretanto, se o sistema escolhido for streaming, não há garantia de qualidade, podendo haver pausas ou interrupções no envio do conteúdo (por se tratar da rede pública). O dispositivo receptor usualmente é o computador. Além disso, espera-se com a IPTV um conteúdo de maior visibilidade, com canais como: FOX, Warner, entre outros já disponibilizados por companhias de TV a Cabo e DTH.

Já existem algumas opções bastante conhecidas deste tipo de modelo, tais quais o Joost, que distribui vídeos através de uma rede P2P, e o TVU Player, um player gratuito que exibe principalmente canais chineses e americanos.

Outro fator importante de diferenciação: a rede de distribuição do conteúdo (canais de TV, vídeo sob demanda, jogos, menssagens, etc) do IPTV é fechada, se assemelhando a uma intranet corporativa, contra a WEBTV que é transmitida via internet, uma rede de acesso livre.

Na prática, as empresas de telecomunicações poderão entrar no negócio de TV por Assinatura, oferecendo assim um pacote completo (4Play: Telefonia, Banda Larga, Telefonia Móvel e TV por Assinatura.

Nas Redes convencionais todos os canais são enviados para o consumidor, estando presentes à entrada do receptor. No IPTV os canais são disponibilizados a pedido. Em situações mais favoráveis de compreensão estarão presentes dois canais, o que permite a visualização de um e a gravação de outro, limitando-se apenas a banda disponível do usuário.

Além de beneficiar as empresas de telecomunicações, esta tecnologia permite maior interação dos usuários com a TV, trazendo a escolha de conteúdo para suas mãos, além de poder significar uma redução significativa no valor do pacote fechado, em uma única conta.

IPTV pode ser acessado hoje em dia na maioria das SmartTvs através de um aplicativo disponível na loja de aplicativos da própria smartTV, outra maneira de acessar o contéudo para pessoas que não possuem uma TVSmart é através de um TVBOX ou de um Smartphone.

O IPTV opera portanto de forma diferente dos sistemas tradicionais de televisão (cabo, satélite e terrestre), dado que só os programas selecionados e os conteúdos "On-Demand" (Vídeo sob demanda) são distribuídos ao consumidor. O IPTV dispõe sempre de duas vias de comunicação, oferecendo uma verdadeira interactividade entre o utilizador e o sistema.

Com a IPTV é possível, por exemplo, atender a uma chamada telefónica na televisão e ver, em uma janela Picture-in-Picture, a imagem da pessoa com quem se está falando. É possível, também, comprar imediatamente um produto que esteja sendo anunciado, ou que seja exibido em uma novela.

Para se ter um serviço de IPTV de alta qualidade, nível Brodcasting é necessário uma banda larga de pelo menos 4 megas totalmente exclusivos para o serviço, isto é, é necessário separar a banda de Internet normal da banda do IPTV.

Head-end da IPTV: onde TV ao vivo e fontes AV são codificadas, criptografadas e entregues na forma de fluxos direcionados a vários IPs.

Plataforma de Vídeo on Demand (VOD): onde arquivos de vídeos on demand são armazenados e distribuídos em fluxos a IPs únicos quando um usuário realiza uma solicitação. A plataforma de VOD pode estar localizada (ou considerada parte), por vezes, nos head-ends da IPTV.

Portal interativo: permite que os usuários naveguem dentro de diferentes serviços de IPTV, como o catálogo dos vídeos sob demanda.

Rede de entrega: a rede de pacotes comutados que transporta os pacotes dos IP (unitários ou agrupados).

Pontos finais: o equipamento do usuário pode solicitar, decodificar e entregar os fluxos da IPTV para exibir ao usuário. Isso pode incluir computadores e dispositivos móveis, bem como conversores de televisão ("set-top boxes")

Porta de entrada da TV: é a peça do equipamento numa IPTV residencial na casa do usuário que encerra a ligação de acesso da rede de entrega.

Conversor de TV do usuário:é a peça no ponto final que decodifica e descriptografa os fluxos de TV e VOD para exibir na tela do televisor.

Em Portugal, o IPTV já é disponibilizado pela Clix que usa uma plataforma de IPTV própria desde Abril de 2006 e pela Altice, que utiliza plataforma da Microsoft, desde Junho de 2007.

O serviço da MEO inclui serviço fixo de telefone sem assinatura, chamadas ilimitadas dentro da rede MEO, internet de banda larga com tráfego ilimitado e serviço de TV com possibilidade de personalizar canais (pacotes base: MEO 50 e MEO 50+10; número total de canais: 110), alugar videos e gravar conteúdos.

No Brasil a Claro possui o Claro Box TV, um aparelho que reúne canais da TV paga via IPTV e também serviços de streaming.

Em 30 de novembro de 2020 , a DirecTV Go que oferece canais de televisão via streaming chegou ao Brasil..

Hoje, esta tendência mundial já conta com mais de 13,3 milhões de usuários em todo o mundo (base: ano 2007). Estimativas apontam para 36,9 milhões de usuários em 2009. Os paises que largaram na frente, são respectivamente, China, com a empresa PCCW's - 440 mil usuários - nov/06; Espanha, com a Telefonica - 350 mil usuários - jul/06 e a Bélgica, com a empresa Belgacom, contando com 102 mil usuários - set/06.

Alguns programas foram lançados com o intuito de usar a internet como plataforma de transmissão para IPTV, sendo assistida directamente no ecrã do computador, mas apenas dois tiveram real relevância para o desenvolvimento desta tecnologia. O Joost criado pela mesma equipe do Skype, e o Livestation, desenvolvido pela companhia inglesa Skinkers em parceria com a Microsoft.

Deve acontecer até o final do ano o lançamento comercial da solução de algumas destas companhias, no entanto o serviço deve-se limitar a VOD (aluguel de vídeos), já que ainda existem alguns empecilhos regulatórios para que as operadoras possam oferecer o serviço de TV por assinatura no Brasil.

São links com conteúdo de texto plano com uma linguagem especifica criada para que os usuários do mercado paralelo carregue tais listas em todo tipo de aparelho através de aplicativos. Esses links e informações sobre a lista de mídia são armazenados em arquivos com a extensão m3u ou m3u8.

O TCP/IP (também chamado de pilha de protocolos TCP/IP) é um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores que estão ligados em rede. Seu nome vem de dois protocolos: o TCP (Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão) e o IP (Internet Protocol - Protocolo de Internet, ou ainda, protocolo de interconexão). Este conjunto de protocolos pode ser visto como um modelo de camadas (Modelo OSI), onde cada camada é responsável por um grupo de tarefas, fornecendo um conjunto de serviços bem definidos para o protocolo da camada superior. As camadas mais altas, estão logicamente mais perto do utilizador, na camada de aplicação, e lidam com dados mais abstratos, confiando em protocolos de camadas mais baixas para tarefas de menor nível de abstração.

O TCP/IP foi desenvolvido em 1969 pelo U.S. Department of Defense Advanced Research Projects Agency, como um recurso para um projeto experimental chamado de ARPANET (Advanced Research Project Agency Network) para preencher a necessidade de comunicação entre um grande número de sistemas de computadores e várias organizações militares dispersas. O objetivo do projeto era disponibilizar links (vínculos) de comunicação com alta velocidade, utilizando redes de comutação de pacotes. O protocolo deveria ser capaz de identificar e encontrar a melhor rota possível entre dois sites (locais), além de ser capaz de procurar rotas alternativas para chegar ao destino, caso qualquer uma das rotas tivesse sido destruída. O objetivo principal da elaboração de TCP/IP foi na época, encontrar um protocolo que pudesse tentar de todas as formas uma comunicação caso ocorresse uma guerra nuclear. A partir de 1972 o projeto ARPANET começou a crescer em uma comunidade internacional e hoje se transformou no que conhecemos como Internet. Em 1983 ficou definido que todos os computadores conectados ao ARPANET passariam a utilizar o TCP/IP, pois na época o rádio e a comunicação por satélite fora introduzida, e o modelo seguido pela ARPANET até então dificultava a integração dela com essas tecnologias emergentes. No final dos anos 1980 a Fundação Nacional de Ciências em Washington, D.C., começou a construir o NSFNET, um backbone para um supercomputador que serviria para interconectar diferentes comunidades de pesquisa e também os computadores da ARPANET. Em 1990 o NSFNET se tornou o backbone das redes para a Internet, padronizando definitivamente o TCP/IP.

De 1973 a 1974 o grupo International Network Working Group (INWG), liderado por Cerf, trabalhou os detalhes da ideia do protocolo TCP/IP, resultando em sua primeira especificação.

A influência técnica significativa foi o trabalho da Xerox PARC, que produziu o PARC (Packet Universal protocol suite), muito mais do que existia naquela época.

DARPA então contratado pela BBN Technologies, da Universidade de Stanford e da University College London (UCL) para desenvolver versões operacionais do protocolo sobre diferentes plataformas de hardware. Quatro versões foram desenvolvidas: TCP v1, v2 TCP, TCP v3 e v3 IP e TCP / IP v4. O último protocolo ainda está em uso hoje.

Em 1975, foi realizado um teste de comunicação entre as duas redes TCP/IP entre Stanford e UCL (as duas universidades citadas anteriormente). Em novembro de 1977, foi realizado um teste entre três redes TCP/IP entre os sites nos EUA, Reino Unido e Noruega. Vários outros protótipos TCP/IP foram desenvolvidos em múltiplos centros de pesquisa entre 1978 e 1983. A migração da ARPANET para o TCP/IP foi oficialmente concluído no dia 1º de janeiro de 1983, quando o flag foi programado para ativar permanentemente os novos protocolos.

Em 2020, esgotou-se os endereçamentos disponíveis do TCP/IPv4. Para resolver este problema, a versão mais recente do protocolo, o TCP/ IPv6, veio para ampliar a gama de endereçamentos, através do envio de endereços de protocolo por 128 bits, superior aos 32 bits do IPv4.

O TCP/IP sempre foi considerado um modelo bastante pesado quando comparado com modelo UDP/IP, uma vez que o TCP/IP tem muito de seu foco voltado para a confiabilidade ao invés de só velocidade, diferente do UDP/IP, que é mais leve e veloz, mas não garante que a informação chegará ao respectivo destino.

Com o desenvolvimento das interfaces gráficas, com a evolução dos processadores e com o esforço dos desenvolvedores de sistemas operacionais em oferecer o TCP/IP para as suas plataformas com performance igual ou às vezes superior aos outros protocolos, o TCP/IP se tornou um protocolo indispensável.

Padronização: um padrão, um protocolo roteável que é o mais completo e aceito protocolo disponível atualmente. Todos os sistemas operacionais modernos oferecem suporte para o TCP/IP e a maioria das grandes redes se baseia em TCP/IP para a maior parte de seu tráfego;

Interconectividade: uma tecnologia para conectar sistemas não similares. Muitos utilitários padrões de conectividade estão disponíveis para acessar e transferir dados entre esses sistemas não similares, incluindo FTP (File Transfer Protocol) e Telnet (Terminal Emulation Protocol);

Roteamento: permite e habilita as tecnologias mais antigas e as novas a se conectarem à Internet. Trabalha com protocolos de linha como P2P (Point to Point Protocol) permitindo conexão remota a partir de linha discada ou dedicada. Trabalha como os mecanismos IPCs e interfaces mais utilizados pelos sistemas operacionais, como sockets do Windows e NetBIOS;

Protocolo robusto: escalável, multiplataforma, com estrutura para ser utilizada em sistemas operacionais cliente/servidor, permitindo a utilização de aplicações desse porte entre dois pontos distantes;

Internet: é através da suíte de protocolos TCP/IP que obtemos acesso a Internet. As redes locais distribuem servidores de acesso a Internet (proxy servers) e os hosts locais se conectam a estes servidores para obter o acesso a Internet. Este acesso só pode ser conseguido se os computadores estiverem configurados para utilizar TCP/IP.

Os protocolos para Internet formam o grupo de protocolos de comunicação que implementam a pilha de protocolos sobre a qual a internet e a maioria das redes comerciais funcionam. Eles são algumas vezes chamados de "protocolos TCP/IP", já que os dois protocolos: o protocolo TCP - Transmission Control Protocol (Protocolo de Controle de Transmissão); e o IP - Internet Protocol (Protocolo de Internet) foram os primeiros a serem definidos.

O modelo OSI descreve um grupo fixo de sete camadas que pode ser comparado, a grosso modo, com o modelo TCP/IP. Essa comparação pode causar confusão ou trazer detalhes mais internos para o TCP/IP.

O modelo inicial do TCP/IP é baseado em 4 níveis: Host/rede; Inter-rede; Transporte; e Aplicação. Surgiu, então, um modelo híbrido, com 5 camadas, que retira o excesso do modelo OSI e melhora o modelo TCP/IP: Física; Enlace; Rede; Transporte; e Aplicação.

Resumidamente, o modelo é o que podemos chamar de uma "solução prática para problemas de transmissão de dados". Textualmente isto pode parecer muito genérico, pois na realidade para melhor compreensão de um protocolo TCP/IP deveremos usar exemplos práticos. Este modelo é ocasionalmente conhecido como modelo DoD, devido à influência fundamental da ARPANET em 1970 (operado pela DARPA, uma agência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos).

TCP-IP possui 4 camadas sendo que o início se dá com o programa conversando na camada de aplicação. Nesta camada você vai encontrar protocolos como o SMTP (para e-mail), FTP (para transferência de arquivos) e HTTP (para navegar na internet) e cada tipo de programa fala para um protocolo diferente da camada de Aplicação, dependendo do propósito do programa.

Depois de processar a requisição, o protocolo na camada de Aplicação vai falar com outro protocolo na camada de Transporte, usualmente o TCP. Esta camada é responsável por pegar o dado enviado pela camada de Aplicação, dividindo este dado em pacotes a fim de enviá-lo para a camada inferior, a da Internet. Também, durante o recebimento do dados, a camada de Transporte é responsável por colocar os pacotes de dados recebidos da camada de Internet em ordem (os dados podem ser recebidos fora de ordem) e também checar se o conteúdo dos pacotes estão intactos.

Os endereços IP podem ser atribuídos de forma estática ou dinâmica, dependendo da configuração da rede. Os endereços IP estáticos permanecem inalterados ao longo do tempo e são frequentemente utilizados em servidores, sistemas de acesso remoto e aplicações que exigem identificação permanente na rede. Já os endereços IP dinâmicos são atribuídos automaticamente e podem ser alterados periodicamente pelo provedor de acesso ou pelo administrador da rede.

Na camada da Internet, nós temos o IP (Internet Protocol), que pega os pacotes recebidos da camada de Transporte e adiciona uma informação de endereço virtual. Exemplo: adiciona o endereço do computador que está enviando dados e o endereço do computador que vai receber estes dados. Estes endereços virtuais são chamados de endereços IP. Então o pacote é enviado para a camada inferior, Interface de Rede e quando dos dados chegam nesta camada, eles são chamados de datagramas.

A Interface de Rede vai pegar os pacotes enviados pela camada de Internet e enviar através da rede (ou receber da rede, se o computador estiver recebendo dados). O que vai ter dentro desta camada vai depender do tipo de rede que o computador estiver inserido.

Hoje em dia, o tipo de arquitetura mais utilizada para comunicação entre computadores em redes locais é a Ethernet (que é avaliada em diferentes faixas de velocidade) e pode ser cabeada (cabo de par trançado CAT5 ou CAT6) ou WI-FI (sem fio). Ainda dentro da camada de Interface de Rede Ethernet, você deve encontrar camadas Ethernet como a LLC (Logic Link Control), MAC (Media Access Control) e a Física que é o meio físico (cabo por exemplo).

O modelo ou arquitetura TCP/IP de encapsulamento busca fornecer abstração aos protocolos e serviços para diferentes camadas de uma pilha de estruturas de dados (ou simplesmente pilha).

As camadas mais próximas do topo estão logicamente mais perto do usuário, enquanto aquelas mais abaixo estão logicamente mais perto da transmissão física do dado.

Cada camada tem um protocolo de camada acima e um protocolo de camada abaixo (exceto as camadas da ponta, obviamente) que podem usar serviços de camadas anteriores ou fornecer um serviço, respectivamente.

Enxergar as camadas como fornecedores ou consumidores de serviço é um método de abstração para isolar protocolos de camadas acima dos pequenos detalhes de transmitir bits através, digamos, de ethernet, e a detecção de colisão enquanto as camadas abaixo evitam ter de conhecer os detalhes de todas as aplicações e seus protocolos.

Frequently Asked Questions (FAQ Profundo)

Porque é que a minha lista IPTV grátis funcionou bem durante uma semana e depois parou?

As listas gratuitas são testes expirados ou acessos roubados que acabam inevitavelmente por ser desligados pelo servidor original assim que o excesso de tráfego é detetado.

O que é o "buffering" em termos técnicos e como o IPTV Premium o resolve?

Buffering ocorre quando o pacote de dados de vídeo sofre atrasos devido a packet loss. O nosso IPTV Premium Portugal resolve isto utilizando CDNs que criam nós locais de cache na sua região geográfica, eliminando o lag intercontinental.

Preciso de usar uma VPN com o IPTV Premium Portugal?

Não é estritamente obrigatório graças à nossa encriptação anti-traffic shaping, mas recomendamos para total anonimato, especialmente se o seu ISP aplicar bloqueios cegos de DNS em dias de jogo.

A mudança dos servidores DNS resolve o problema das listas grátis?

Mudar o DNS para Google (8.8.8.8) ou Cloudflare (1.1.1.1) apenas contorna bloqueios de domínio regionais. Não aumenta a capacidade do servidor, portanto não resolve o problema das travadelas da lista grátis.

Como posso garantir que o vosso serviço Premium não vai travar no próximo clássico?

Não precisa de acreditar apenas na nossa palavra. solicite um teste grátis do serviço premium num dia de grande jogo e comprove a estabilidade ao vivo, antes de descobrir os planos do nosso IPTV.

O IPTV (Internet Protocol Television) ou TVIP (Televisão por IP) é um método de transmissão de sinais televisivos através de redes IP. Diferentemente dos sistemas tradicionais televisivos, o IPTV oferece a capacidade de transmitir a mídia de origem continuamente.

Embora o IPTV use o protocolo da Internet, não está limitada à televisão transmitida pela internet. O IPTV é amplamente implantada em redes de telecomunicações baseadas em assinantes, com canais de acesso de alta velocidade em instalações de usuários finais, também é usada para entrega de mídia em redes corporativas e privadas.

Na IPTV o conteúdo é enviado apenas em streaming, porém com garantia de qualidade na entrega. O receptor é um aparelho set-top box ligado à televisão (semelhante ao aparelho da televisão a cabo ou DTH), ou até mesmo um videogame como o Xbox 360 e o PlayStation 3.

Permite entrega de áudio e vídeo com alta qualidade, e depende de uma conexão Banda Larga (normalmente vendida junto com o serviço como parte integrante) de, no mínimo, 4 Mbps. A banda destinada ao IPTV não interfere na banda de internet. Por exemplo, na compra de uma velocidade de 6 Mbps de Internet mais um pacote de IPTV, a companhia telefônica disponibiliza, no mínimo, 10Mbps para o cliente, dos quais 4Mbps são exclusivos para o IPTV.

O conceito de IPTV (internet protocol television), nada mais é do que a conectividade da TV com a internet usando, porém, uma infraestrutura dedicada, paralela à da "internet selvagem", justamente para garantir a qualidade e velocidade do serviço.

O serviço de IPTV, não é ílegal, pois o mesmo utiliza internet (banda larga), onde o telespectador paga uma taxa para a operadora, para poder utilizar o serviço, porém está sendo explorado por muitas operadoras ilegais, quem compre serviço dessas operadores tem ai um serviço ilegal e concorre em crime igualmente.

Já na Televisão na Internet ou WEBTV, além do conteúdo ser visto principalmente no computador, pode-se montar uma programação para ser enviada por download. Entretanto, se o sistema escolhido for streaming, não há garantia de qualidade, podendo haver pausas ou interrupções no envio do conteúdo (por se tratar da rede pública). O dispositivo receptor usualmente é o computador. Além disso, espera-se com a IPTV um conteúdo de maior visibilidade, com canais como: FOX, Warner, entre outros já disponibilizados por companhias de TV a Cabo e DTH.

Já existem algumas opções bastante conhecidas deste tipo de modelo, tais quais o Joost, que distribui vídeos através de uma rede P2P, e o TVU Player, um player gratuito que exibe principalmente canais chineses e americanos.

Outro fator importante de diferenciação: a rede de distribuição do conteúdo (canais de TV, vídeo sob demanda, jogos, menssagens, etc) do IPTV é fechada, se assemelhando a uma intranet corporativa, contra a WEBTV que é transmitida via internet, uma rede de acesso livre.

Na prática, as empresas de telecomunicações poderão entrar no negócio de TV por Assinatura, oferecendo assim um pacote completo (4Play: Telefonia, Banda Larga, Telefonia Móvel e TV por Assinatura.

Nas Redes convencionais todos os canais são enviados para o consumidor, estando presentes à entrada do receptor. No IPTV os canais são disponibilizados a pedido. Em situações mais favoráveis de compreensão estarão presentes dois canais, o que permite a visualização de um e a gravação de outro, limitando-se apenas a banda disponível do usuário.

Além de beneficiar as empresas de telecomunicações, esta tecnologia permite maior interação dos usuários com a TV, trazendo a escolha de conteúdo para suas mãos, além de poder significar uma redução significativa no valor do pacote fechado, em uma única conta.

IPTV pode ser acessado hoje em dia na maioria das SmartTvs através de um aplicativo disponível na loja de aplicativos da própria smartTV, outra maneira de acessar o contéudo para pessoas que não possuem uma TVSmart é através de um TVBOX ou de um Smartphone.

O IPTV opera portanto de forma diferente dos sistemas tradicionais de televisão (cabo, satélite e terrestre), dado que só os programas selecionados e os conteúdos "On-Demand" (Vídeo sob demanda) são distribuídos ao consumidor. O IPTV dispõe sempre de duas vias de comunicação, oferecendo uma verdadeira interactividade entre o utilizador e o sistema.

Com a IPTV é possível, por exemplo, atender a uma chamada telefónica na televisão e ver, em uma janela Picture-in-Picture, a imagem da pessoa com quem se está falando. É possível, também, comprar imediatamente um produto que esteja sendo anunciado, ou que seja exibido em uma novela.

Para se ter um serviço de IPTV de alta qualidade, nível Brodcasting é necessário uma banda larga de pelo menos 4 megas totalmente exclusivos para o serviço, isto é, é necessário separar a banda de Internet normal da banda do IPTV.

Head-end da IPTV: onde TV ao vivo e fontes AV são codificadas, criptografadas e entregues na forma de fluxos direcionados a vários IPs.

Plataforma de Vídeo on Demand (VOD): onde arquivos de vídeos on demand são armazenados e distribuídos em fluxos a IPs únicos quando um usuário realiza uma solicitação. A plataforma de VOD pode estar localizada (ou considerada parte), por vezes, nos head-ends da IPTV.

Portal interativo: permite que os usuários naveguem dentro de diferentes serviços de IPTV, como o catálogo dos vídeos sob demanda.

A vida é demasiado curta para ver jogos de futebol pixelizados e parados. O custo de um serviço IPTV Premium Portugal é absolutamente mínimo quando comparado à frustração que elimina da sua vida.

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